Morreu o “não é não”. A abjeção foi manobra de diversão
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A utilização de crianças para o discurso de ódio define a miséria humana de Ventura e Matias. Politicamente relevante é o “não é não” ter morrido e Montenegro ter assumido a relação preferencial com a extrema-direita no tema central para ela. No que conta para o Chega, o diálogo é com ele. Mas quando cede, o Chega faz qualquer coisa abjeta para a cedência parecer apenas a aceitação de mínimos. E nós caímos
