Arlindo Oliveira: “Se tivesse uma criança mais nova, provavelmente tentaria limitar a dependência dos ecrãs e que lesse livros, jogasse xadrez. Parece uma guerra praticamente perdida”
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Desde pequeno mais interessado pelas ciências do que pelas letras. Começou na engenharia, numa altura em que os computadores eram considerados objetos de ficção científica. Hoje é reconhecido internacionalmente na área da inteligência artificial, não sabe o futuro, mas tem a certeza de que só vai servir bem à humanidade. Arlindo Oliveira é o convidado de Conceição Lino no Geração 60 desta semana
