Depois da Flotilha
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Embarcar num barco rumo a Gaza é, em si mesmo, um gesto nobre. Não porque vá inverter o curso da guerra, nem porque possa resolver a fome de uma população sitiada, mas porque afirma ainda a possibilidade da dignidade humana em tempos de degradação. Há gestos que são inúteis no cálculo da força e ainda assim indispensáveis no da humanidade
