Memória pequena, problema grande
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Criado nos EUA, no final da década de 2000, o serviço eletrônico na área de transportes privados urbanos (e-hailing) permite, com um aplicativo instalado em aparelho telefônico celular, operação semelhante à de usar o tradicional táxi. Uma "carona remunerada", porque os motoristas são proprietários de seus veículos, não são profissionais, assumem os gastos (impostos, combustível, conservação, seguros e reparos) e fazem o horário que lhes interessa. Ou seja, com baixos custos para o informal "empregador".
Cinco anos depois da novidade, apenas uma empresa do segmento, a Uber Technologies Inc., era avaliada em mais de US$ 18 bilhões, tendo investidores do peso da Goldman Sachs, Google e Microsoft. A Uber tornou-se multinacional e estendeu sua ação a diversos países. Leia mais (01/18/2019 - 08h00)
