As vítimas do desleixo
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Claro que isso não se encontra registrado em nenhum diploma legal, até porque seria flagrantemente inconstitucional para dizer o óbvio ululante. Mas, na prática, é assim que a banda toca. Os exemplos -como a quantidade e o perfil dos mortos, desaparecidos e desabrigados em decorrência das fortes chuvas na Bahia, em Minas Gerais, em São Paulo e no Rio de Janeiro desde o final do ano passado- pululam.
Com milhares de pessoas precariamente instaladas em áreas de risco país adentro, não há dúvida de que a prevenção de catástrofes naturais e o cuidado com quem vive em situação de vulnerabilidade social não são prioridades do Estado brasileiro. Em esfera alguma. Do contrário, o cenário seria menos funesto do que o que se tem visto reiteradamente. Leia mais (02/20/2022 - 21h00)
