Biden e Lula buscarão estreitar laços na Cúpula do G20
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Presidente americano quer aproveitar a ausência de Xi Jinping e Putin em Nova Délhi. A cúpula do G20 será realizada de 9 a 10 de setembro
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247 - O presidente dos EUA, Joe Biden, planeja melhorar as relações bilaterais e encontrar novas abordagens com o presidente Lula durante a próxima cúpula do G20, aproveitando a ausência do presidente russo Vladimir Putin e do líder chinês Xi Jinping, informou a Bloomberg nesta quinta-feira (7). Biden também tem interesse em aproximar-se dos líderes de Índia, Indonésia e África do Sul, de acordo com o relato da emissora.Ao mesmo tempo, Biden pretende realizar conversas com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, à margem da cúpula e discutir o aumento da produção de petróleo, bem como mediar uma possível normalização das relações entre a Arábia Saudita e Israel, disse o relatório.No entanto, a capacidade do líder dos EUA de participar da reunião de alto nível está supostamente em questão porque a primeira-dama Jill Biden testou positivo para Covid-19 na última segunda-feira.O ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, disse na quarta-feira que a decisão de Putin e Xi de faltar à cúpula do G20 desta semana na capital indiana de Nova Délhi foi uma decisão pessoal e "não tinha nada a ver com a Índia".A cúpula do G20 será realizada em Nova Délhi de 9 a 10 de setembro. A Rússia será representada pelo Ministro das Relações Exteriores Sergey Lavrov, enquanto a delegação chinesa será liderada pelo primeiro-ministro chinês Li Qiang.Logo após as celebrações relacionadas ao Dia da Independência, o presidente Lula e sua esposa, Janja Lula da Silva, embarcaram em direção à capital indiana, Nova Délhi. O voo, que tem previsão de durar aproximadamente 20 horas, é o primeiro passo da participação brasileira na 18ª Cúpula do Grupo dos 20 (G20). O encontro internacional acontecerá neste final de semana, começando no dia 9 e terminando no dia 10 de setembro.Esta edição do encontro será particularmente significativa para o Brasil, já que o país está programado para assumir a liderança rotativa do consórcio internacional a partir de 1º de dezembro deste ano, permanecendo até o final de novembro de 2024. Esta será uma estreia para o Brasil, que nunca antes havia ocupado o posto de liderança desde que o G20 foi estabelecido em 1999.A cúpula, que é um dos eventos mais relevantes da agenda do G20, também sinaliza o encerramento do ciclo de liderança atualmente mantido pela Índia. Conforme se aproxima o evento, diversas reuniões preliminares e consultas entre grupos de trabalho já estão em andamento, algumas das quais envolvem diálogos em nível ministerial entre os países membros.Entre os temas que serão explorados estão a sustentabilidade ambiental, o combate às mudanças climáticas, alternativas para uma transição energética responsável e a busca pelo objetivo de zero emissões líquidas de carbono. Além desses tópicos, questões como inclusão social, a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, avanços na saúde e na educação, inovações em infraestrutura e tecnologia, reformas no sistema multilateral e as perspectivas para o mercado de trabalho também serão objeto de discussão.

