Quatro profissionais ligados à arte contemporânea, entre os quais um ex-curador da Fundação Ellipse e ex-diretor do Museu Berardo, dizem ao Expresso que o protocolo para a Coleção Ellipse dispersa recursos e concentra poder na CACE, pondo em causa a afirmação do MAC/CCB como museu nacional de arte contemporânea em Lisboa. O Ministério da Cultura, contudo, realça que titularidade das obras da coleção “não é, como nunca foi, do MAC/CCB”, que continua a ter “acesso preferencial e gratuito” à coleção. Читать дальше...